domingo, 12 de junho de 2011

Paulo Freire e a EaD

A distância é um dos obstáculos que devemos ultrapassar no ensino a distância para darmos uma edução de qualidade onde prevaleça a interação constante entre educador e educando. Nesse sentido, o diálogo se torna diferente em forma mas a essência deve ser a mesma: fazer com que o educando assimile de forma crítica os ensinamentos; que interaja.
A forma de dialogar é dada através de ferramentas tecnológicas utilizadas para diminuir a distância; com o computador, através das AVA, onde temos , bate-papo, fóruns, e um universo de conhecimento que é a internet, podemos propiciar o educando uma educação mais rica e diversificada, dando uma maior liberdade para ele pesquisar. 
A essência do diálogo, porém, se mantém. A afeição que temos aos educandos que é necessária para a compreensão das situações de vida de cada aluno; entender. Saber nos colocar como eles, uma certa empatia, para aprendermos com eles, pois nós ainda estamos em processo de aperfeiçoamento. Devemos aperfeiçoar nossa maneira de chegar a estes alunos que praticam sua educação em uma sala de aula diferente. 
O incentivo é o ponto principal ao qual devemos ter muita atenção. Devemos acreditar que nossos educandos são capazes de conseguir aquilo que, em muitos casos, são postos para eles como impossível; e devemos incentivá-los, mostrar-lhes que são capazes.
Esse incentivo deve ser forte a ponto de estimulá-lo a ir além. De buscar por si e para si o conhecimento; e apartir desse momento, ao meu ver, ele se torna consciente de seu aprendizado e crítico do mundo a sua volta.

Um comentário:

  1. Oi Flávio,

    gostei das suas reflexões. O seu texto demonstra um dos princípios de Freire: amor e fé nos homens. Acho muito importante acreditarmos que nossos alunos são capazes. Acho que isso dá força para eles vencerem. Parabéns pelas suas interações no curso.

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